Choro sempre que lembro. Corro sempre que vejo. Fujo das memórias como alguém que corre da solidão. Mesmo que eu saiba que um ser humano sem recordações é alguém sem alegria. Eu me privo da sorte por medo da ausência. Tenho medo da chuva, mas em tempos de sol adoro um sereno. Eu sou a melhor e a pior parte daquilo que escolhi ser. Faço planos como quem guarda um segredo e as vezes camuflo minhas lágrimas com longas gargalhadas. Na esperança de que alguém me confunda, gosto de multidões. Trocaria um buquê por um simples botão de rosas. Eu trocaria meus dias confusos por uma tarde de música. E trocaria meu presente por apenas mais uma noite repleta de passado. Porque eu escondo minhas verdades em minhas mentiras. Revelo minhas imperfeições em minhas palavras tortas, traduzidas pelos ruídos que solto sem perceber.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Tentando aparecer no Google
Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno,Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno, Mariana Damaceno.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Inimigos Públicos - Filme
Finalmente, assisti inimigos públicos! Confesso que minhas expectativas eram maiores, afinal de contas, o filme traz o melhor astro de Hollywood. Mas, comecemos pelas partes boas... Bom! O filme é com o Johnny Depp, que, como sempre, atuou brilhantemente bem. Caras, bocas, tiros e choros. A história que leva o filme é interessante e prende nossa atenção, mesmo já supondo, desde o início da trama, que o final será como realmente foi. Nada muito surpreendente e estardalhaço demais. Podiam ter aproveitado melhor o nível da história e ter economizado um pouco nas balas.
O filme mostra a caçada a John Dillinger (Johnny Depp), durante o período pós quebra da bolsa de Nova York. John, Baby Face Nelson e Pretty Boy Floyd são criminosos famosos por assaltarem grandes bancos norte-americanos. Mas quando o novo agente *** chega para cuidar do caso as coisas para Dillinger começam a complicar.
Irônico e engraçado como nos filmes os bons podem fazer o mau e os maus até parecem lutar mesmo pelo bem do país. Mas, se vocês são como eu, preparem-se para torcer pro vilão dessa vez. Motivos não hão de faltar!
O filme mostra a caçada a John Dillinger (Johnny Depp), durante o período pós quebra da bolsa de Nova York. John, Baby Face Nelson e Pretty Boy Floyd são criminosos famosos por assaltarem grandes bancos norte-americanos. Mas quando o novo agente *** chega para cuidar do caso as coisas para Dillinger começam a complicar.
Irônico e engraçado como nos filmes os bons podem fazer o mau e os maus até parecem lutar mesmo pelo bem do país. Mas, se vocês são como eu, preparem-se para torcer pro vilão dessa vez. Motivos não hão de faltar!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
90% de mim é sentir e 10 % pensar.
20% agir (por impulso) e os outros 80% esperar.
90% ilusão e menos de 10% pé no chão (não preciso ter razão).
100% bons sentimentos e 20% dos maus (não preciso ter razão).
Eu não preciso de nem 1% de razão, felizmente (ou não), sou toda coração.
Uma conta um tanto quanto injusta e mal pensada, mas, por incrível que pareça, é 100% verdade.
20% agir (por impulso) e os outros 80% esperar.
90% ilusão e menos de 10% pé no chão (não preciso ter razão).
100% bons sentimentos e 20% dos maus (não preciso ter razão).
Eu não preciso de nem 1% de razão, felizmente (ou não), sou toda coração.
Uma conta um tanto quanto injusta e mal pensada, mas, por incrível que pareça, é 100% verdade.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Pra que serve o diploma
Gente! Que bafafá essa história da Cláudia Leitte. O que mais me impressionou foi o dito jornalista. Acabou com a classe e ainda deu motivos pra quem votou no fim do diploma achar que fez o correto (¬¬°). Ele afirmou que “jornalista é quem leva pra frente das câmeras o que ele pensa”. Se fosse assim, realmente não precisaríamos de um diploma. O infeliz ainda teve a capacidade de dizer que aprendeu essa lição infame na faculdade. O que salvou da história foi que ele não revelou o nome da bendita instituição. Bom pra ele e pra a pobre instituição, que com certeza não contou com um aluno que gostava de prestar atenção nas aulas. Meu diploma serviu pelo menos pra me ensinar a diferença entre o que eu penso e quero publicar do que é verdadeiro e precisa ser publicado. Entre o que pensamos e o que vai à mídia tem uma diferença muito grande. O cara me deixou envergonhada.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Consciência rosa
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), neoplasma de mama trata-se de um tumor maligno causado pela multiplicação anormal de suas células. O instituto garante que esse é o tumor mais comum entre as mulheres e, no Brasil, é a principal causa de morte das brasileiras.
Até o final de 2009, são esperados no País cerca de 50 mil novos casos. O câncer de mama é conhecido como o pior inimigo feminino, devido sua frequência e efeitos psicológicos. No entanto, se descoberto precocemente, garante até 95% de chances de cura, com tratamentos menos agressivos que preservem os seios. Para isso, é necessário que toda mulher, a partir de sua primeira menstruação, faça visitas periódicas ao seu médico. Ele deve realizar o Exame Clínico das Mamas, uma observação e palpação dos seios, que deve ser realizado especificamente por ele ou por um enfermeiro.
O INCA ainda alerta que o auto-exame não pode substituir o exame clínico da mama. Qualquer alteração constatada nos seios ou embaixo dos braços deve ser motivo para procurar seu médico. O câncer pode ser de vários tipos e todos eles, inclusive os mais agressivos, apresentam tratamento.
De acordo com a ginecologista Cyntia Casagrande, o risco para quem tem mais de quarenta anos é maior. Geralmente, desenvolve-se por razões hereditárias. É raro em homens e crianças, mas possível. Mulheres que fazem reposição de hormônio, uso de anticoncepcional oral há um longo período de tempo ou estão acima do peso também fazem parte do grupo de risco. Além dos exames periódicos necessários, Cyntia afirma que ainda existem outras medidas preventivas contra o câncer de mama. São elas:
- Prática de exercícios físicos
- Amamentação
- Não fumar
-Não fazer uso abusivo do álcool
-Não engravidar depois dos 30 anos
A mulher deve se ater à caroços e feridas que apareçam com ou sem dor nos seios ou embaixo dos braços. É necessário que qualquer alteração na mama seja imediatamente consultada por um médico.
O INCA chama a atenção das brasileiras para o fato de que nem todo tumor é maligno, mas isso só pode ser confirmado depois de exames clínicos. A mamografia é o principal meio de se descobrir o câncer de mama. Fundamental e insubstituível, ela é capaz de detectar tumores ainda em fases iniciais, trazendo à atingida mais chances de cura. Com esse tipo de exame, é possível perceber caroços com menos de um centímetro, pequenos demais para serem notados na palpação feita durante o autoexame.
A Lei Federal, em vigor desde 29 de abril de 2009, garante que toda mulher com mais de 39 anos tem o direito de fazer o exame mamográfico, anualmente, pelo Sistema Único de Saúde. A mamografia é realizada em um aparelho raio X apropriado, no qual a mama é comprimida para fornecer as imagens necessárias para a melhor capacidade de diagnóstico. Lembrando que o desconforto durante o exame é normal e bastante suportável, portanto, não há motivo para medo. Sua saúde quem pede!
Até o final de 2009, são esperados no País cerca de 50 mil novos casos. O câncer de mama é conhecido como o pior inimigo feminino, devido sua frequência e efeitos psicológicos. No entanto, se descoberto precocemente, garante até 95% de chances de cura, com tratamentos menos agressivos que preservem os seios. Para isso, é necessário que toda mulher, a partir de sua primeira menstruação, faça visitas periódicas ao seu médico. Ele deve realizar o Exame Clínico das Mamas, uma observação e palpação dos seios, que deve ser realizado especificamente por ele ou por um enfermeiro.
O INCA ainda alerta que o auto-exame não pode substituir o exame clínico da mama. Qualquer alteração constatada nos seios ou embaixo dos braços deve ser motivo para procurar seu médico. O câncer pode ser de vários tipos e todos eles, inclusive os mais agressivos, apresentam tratamento.
De acordo com a ginecologista Cyntia Casagrande, o risco para quem tem mais de quarenta anos é maior. Geralmente, desenvolve-se por razões hereditárias. É raro em homens e crianças, mas possível. Mulheres que fazem reposição de hormônio, uso de anticoncepcional oral há um longo período de tempo ou estão acima do peso também fazem parte do grupo de risco. Além dos exames periódicos necessários, Cyntia afirma que ainda existem outras medidas preventivas contra o câncer de mama. São elas:
- Prática de exercícios físicos
- Amamentação
- Não fumar
-Não fazer uso abusivo do álcool
-Não engravidar depois dos 30 anos
A mulher deve se ater à caroços e feridas que apareçam com ou sem dor nos seios ou embaixo dos braços. É necessário que qualquer alteração na mama seja imediatamente consultada por um médico.
O INCA chama a atenção das brasileiras para o fato de que nem todo tumor é maligno, mas isso só pode ser confirmado depois de exames clínicos. A mamografia é o principal meio de se descobrir o câncer de mama. Fundamental e insubstituível, ela é capaz de detectar tumores ainda em fases iniciais, trazendo à atingida mais chances de cura. Com esse tipo de exame, é possível perceber caroços com menos de um centímetro, pequenos demais para serem notados na palpação feita durante o autoexame.
A Lei Federal, em vigor desde 29 de abril de 2009, garante que toda mulher com mais de 39 anos tem o direito de fazer o exame mamográfico, anualmente, pelo Sistema Único de Saúde. A mamografia é realizada em um aparelho raio X apropriado, no qual a mama é comprimida para fornecer as imagens necessárias para a melhor capacidade de diagnóstico. Lembrando que o desconforto durante o exame é normal e bastante suportável, portanto, não há motivo para medo. Sua saúde quem pede!
Bom dia! Boa tarde! Boa noite!
Nunca entendi a necessidade que algumas pessoas têm de se intrometer, constantemente, na vida do outro. “Foi ao salão?”, “Acordou tarde?”, “Deu comida pro peixe?” “Não ama mais o marido?” Coisas que deveríamos responder sozinhas e que muitas vezes nem precisam ter uma resposta. E acabamos envolvendo gente demais em coisas tão particulares. Daí, quando tudo dá errado, temos que nos desculpar com um milhão de pessoas, depois de conseguir nos perdoar. São contas que não precisamos prestar, mas que por simples comodismo, automaticamente, respondemos. Sem nem ao menos nos ligar à veracidade dos fatos. “Gosto!”, “Não gosto mais!”, mas a verdade é que nunca gostei. Não temos o direito de sentir e agir como queremos agir. Não podemos gostar do que nem escolhemos gostar, mas gostamos. Não podemos deixar de gostar de algo, que querem que gostemos pra sempre. A confusão ultrapassa as palavras. Procuram motivos demais, em um lugar onde tudo o que deveria importar é se encontramos ou não o pote de ouro do final do arco-íris. A maneira não importa. Se meu gosto é igual ao seu, não quer dizer que eu imite você. Se durmo até 11h não quer dizer que sou preguiçosa. E nem sempre que tiro nota baixa é porque meu nível de burrice aumentou. Podíamos apenas deixar os rótulos de lado e colocar em seu lugar a simpatia que diariamente esquecemos na gaveta do armário de casa. “Bom dia!”, “Boa tarde!” e “Boa noite!” parecem ser muito menos agressivos e soam muito melhor.
domingo, 1 de novembro de 2009
Nos últimos anos, eu pude descobrir algo que me faz extremamente bem. Infelizmente, não posso torná-lo ainda mais presente, pois não tem como voltar no tempo e nascer uns 20 anos antes do que nasci. Ouvindo músicas antigas, a gente percebe a falta de valor da música atual. Sem desmerecer os poucos que salvam o cenário musical de hoje em dia, eu queria ter tido a oportunidade de presenciar shows de Elvis, The manhattans, The temphorations, Roxete. Coreografias sincronizadas, vozes bem afinadas, melodias tocantes e letras que dispensam qualquer comentário. Vale a pena parar pra conferir. Basta ir no youtube e digitar qualquer um desses nomes, ou, quem sabe, Brian Adams, Led Zeppelin, Bob Dylan, John Lennon, The beatles, Rolling stones... Pra quem é fã da música nacional tem Djavan, roupa nova, cazuza...
Não custa nada tentar! ;)
Basta você parar pra pensar
Um dia a gente percebe o que realmente quer ser. Sendo, descobrimos o que definitivamente não queremos ser, pelo menos não mais. A gente entende que os aprendizados são presentes e que o presente se transforma em passado rápido demais, enquanto o futuro nos atropela. A gente aprende rir pra não chorar e entendemos o valor do chorar de rir. Crescemos e aprendemos que certas pessoas devem passar por nossas vidas para nos ensinar algo, mas que é só isso. Apenas devem passar e nos deixar continuar crescendo. A gente muda o gosto musical, melhor dizendo, a gente passa a ter um gosto musical. Aprendemos o valor do sorriso e do abraço. Experimentamos o gosto do desprezo e do abandono. A gente simplesmente percebe que a vida é muito maior do que nossos olhos se capacitaram pra ver. Aprendemos que o limite não é o fim, podemos ultrapassá-lo se realmente quisermos assim.
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